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Avaliando a Pre Escola Uma Trajetoria de Formação de Professoras

Autores Associados

Mostrando todos os 5 resultados

  • Avaliando a Pre Escola Uma Trajetoria de Formação de Professoras

    R$53,00 R$26,90

    “A publicação do presente livro é importante para que possamos conhecer uma maneira diferente de pensar a questão da educação infantil e da avaliação”. Assim afirma o professor Luiz Carlos de Freitas no prefácio da edição brasileira desta tradução agora publicada pela Editora Autores Associados. Vem crescendo no Brasil a bibliografia italiana sobre educação infantil e assim vem também contribuindo para a formação das/dos profissionais que trabalham em creches e pré-escolas. Este livro é produto de uma pesquisa realizada na rede de pré-escola da cidade de Pistóia (na Toscana, na Itália) que uniu pesquisa e formação em busca da inovação.
    Este trinômio pesquisa/formação/inovação é marca registrada da política educacional do norte da Itália. Por esta abordagem é possível “olhar para a avaliação como um processo de apropriação e não como um resultado pontual […] daí os autores insistirem que ‘a marca do trabalho foi, com efeito, a de dar–receber –retornar–comentar–mudar–relatar nos contextos pedagógicos em que se atua’”.
    Com revisão técnica do próprio professor Luiz Carlos de Freitas e da professora Ana Lúcia Goulart de Faria, este livro vem ocupar um espaço pouco trabalhado pelos pesquisadores brasileiros tanto da educação infantil como da avaliação. Além do mais, o livro traz uma abordagem inédita na medida em que mostra uma trajetória de formação de professoras da pré-escola de rede pública de um dos países mais comprometidos com a criança portadora de história, sujeito de direitos e produtora de cultura.

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  • CHARME DA EXCLUSÃO SOCIAL

    R$26,00 R$13,00

    A discussão em torno da exclusão social tem sido pouco original, porque, ao lado de buscar mostrar outras facetas do problema, volta sempre e reconhecer que a vida mais comum de exclusão, ainda, é a do mercado. A “desafiliação” é um horizonte importante, que enriquece o debate, principalmente, entorno dos problemas da família moderna, mas permanecem como centro de atenção o desemprego e fenômenos correlatos, como a flexibilização das relações de trabalho. Por outra via, é difícil mostrar que parte da população estaria se tornando simplesmente inútil, porque, com um mínimo de visão dialética, a sociedade não é um todo feito de partes justapostas. Ao contrário, esta população “sobrante” representa para o sistema uma pressão a menos sobre recursos disponíveis. Neste sentido, a discussão deixa transparecer, sobretudo, o pavor do centro de tornar-se um dia algo similar ao “Terceiro Mundo”. Embora existam autores que mantenham uma visão otimista diante da economia globalizada e competitiva, predomina, hoje, uma expectativa desfavorável, reaparecendo também imagens de ultrapassagem do sistema capitalista, como é o caso de Kurz. A grande questão continua sendo que tipo de sociedade seria capaz de colocar o mercado a serviço da cidadania. E se houvesse tal sociedade, não seria a capitalista?

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  • CIDADANIA PEQUENA

    R$26,00 R$13,00

    A cidadania brasileira continua espantosamente restrita. Dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em seu Suplemento de 1996, mostra perfil muito preocupante, sobretudo se comparado a dados de 1987 (suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios): não teríamos evoluído. Nas Regiões Metropolitanas estudadas, somente Porto Alegre sobressai, por vezes acentuadamente, mas por vezes muito pouco, indicando que no Sul do País (como ocorrera nos dados de 1987 também) existiriam indícios mais seguros de cidadania ativa. O problema da “pobreza política” continuaria mais ou menos inalterado, indicando que a população permanece massa de manobra visivelmente. Os dados referentes a Rio de Janeiro e também a São Paulo insinuam tendências alarmantes de comportamento político pouco ativo, se levarmos em conta sua significação nacional. Se tomarmos em consideração que os dados relativos ao associativismo são muito concessivos, além de representarem apenas a filiação, não a militância, o perfil da cidadania organizada brasileira mostra traços apenas residuais. Nas Regiões Metropolitanas, o associativismo organizado atingiria por volta de 10% da população acima de 18 anos, na média. Se descontarmos pelo menos metade de associados apenas nominais – não participantes ativos – tais dados desceriam para menos de 5%.

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  • Esporte historia e sociedade 1ª EDIÇÃO (2002)

    R$72,00 R$36,00

    Este livro reúne um conjunto de artigos com reflexões sobre os significados que o esporte foi assumindo na sociedade moderna. São representadas as principais abordagens teóricas sobre o tema, com a finalidade de levar o ensino da história do esporte para além da memorização de datas e nomes, assim como de estimular a discussão das questões atuais colocadas pela conexão entre o passado e o presente. Nesse sentido, é importante ressaltar a diversidade de enfoques originários das ciências sociais, seja para um entendimento mais amplo das várias dimensões dos fenômenos esportivos, seja para incentivar a discussão acadêmica.

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  • O TRABALHO DIDATICO NA ESCOLA MODERNA

    R$46,00 R$25,00

    Nas comunidades primitivas, as crianças e os jovens aprendiam todas as atividades (coleta, caça, pesca, plantio etc.) ao seguir um adulto, que lhe serviria de modelo. Na Antiguidade, essa relação dava-se entre o mestre e seu discípulo — modelo educacional, que, inclusive, perdurou por muito tempo. As retomadas dos acontecimentos do passado são, portanto, essenciais para os professores da atualidade desenvolverem e saberem criticar sua(s) didática(s) em sala de aula. É por isso que Gilberto Luiz Alves escreveu o livro, lançado pela Editora Autores Associados, O trabalho didático na escola moderna.
    A obra apresenta o passado do trabalho didático de modo aprofundado. Analisa os estudos dos gregos e romanos e seus respectivos interesses de estudo (os heróis e valores fundamentais da cultura grega e latina, expressas nas tão estudadas Ilíada, Odisséia e Eneida), a escolástica da época medieval, inclusive ilustrada pelos diálogos filosóficos de Santo Agostinho e Adeodato e das instigantes conversas entre Pepino, filho de Carlos Magno, e seu mestre Alcino (A: O que é que é e não é? / P: O nada / A: E como pode ser e não ser? / P: É enquanto palavra; não é enquanto realidade), o modelo escolar de Abelardo e do período renascentista em geral (Erasmo de Rotterdam, o ensino jesuítico entre outros) até chegar no que mais dá origem à nossa escola moderna: um ensino não mais voltado para uma única pessoa, mas para o coletivo.
    Comenius, nesse sentido, com sua Didática Magna, atendeu muito bem o ideal da Contra-Reforma de expandir o catolicismo com uma “educação para todos”. Assim surge a escola moderna, já com as pretensões de atender a determinadas correntes, inclusive já do surgimento da organização burguesa. Por fim, Alves chega ao apogeu do livro mostrando os cuidados do professor quanto ao trabalho didático, pois a manipulação dos conteúdos a serem ensinados seguiu determinadas ideologias e isso é uma influência muito grande nos aprendizes, como mostra a nossa história.

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