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CHARME DA EXCLUSÃO SOCIAL

Sociologia

Mostrando todos os 6 resultados

  • CHARME DA EXCLUSÃO SOCIAL

    R$26,00 R$13,00

    A discussão em torno da exclusão social tem sido pouco original, porque, ao lado de buscar mostrar outras facetas do problema, volta sempre e reconhecer que a vida mais comum de exclusão, ainda, é a do mercado. A “desafiliação” é um horizonte importante, que enriquece o debate, principalmente, entorno dos problemas da família moderna, mas permanecem como centro de atenção o desemprego e fenômenos correlatos, como a flexibilização das relações de trabalho. Por outra via, é difícil mostrar que parte da população estaria se tornando simplesmente inútil, porque, com um mínimo de visão dialética, a sociedade não é um todo feito de partes justapostas. Ao contrário, esta população “sobrante” representa para o sistema uma pressão a menos sobre recursos disponíveis. Neste sentido, a discussão deixa transparecer, sobretudo, o pavor do centro de tornar-se um dia algo similar ao “Terceiro Mundo”. Embora existam autores que mantenham uma visão otimista diante da economia globalizada e competitiva, predomina, hoje, uma expectativa desfavorável, reaparecendo também imagens de ultrapassagem do sistema capitalista, como é o caso de Kurz. A grande questão continua sendo que tipo de sociedade seria capaz de colocar o mercado a serviço da cidadania. E se houvesse tal sociedade, não seria a capitalista?

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  • CIDADANIA PEQUENA

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    A cidadania brasileira continua espantosamente restrita. Dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em seu Suplemento de 1996, mostra perfil muito preocupante, sobretudo se comparado a dados de 1987 (suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios): não teríamos evoluído. Nas Regiões Metropolitanas estudadas, somente Porto Alegre sobressai, por vezes acentuadamente, mas por vezes muito pouco, indicando que no Sul do País (como ocorrera nos dados de 1987 também) existiriam indícios mais seguros de cidadania ativa. O problema da “pobreza política” continuaria mais ou menos inalterado, indicando que a população permanece massa de manobra visivelmente. Os dados referentes a Rio de Janeiro e também a São Paulo insinuam tendências alarmantes de comportamento político pouco ativo, se levarmos em conta sua significação nacional. Se tomarmos em consideração que os dados relativos ao associativismo são muito concessivos, além de representarem apenas a filiação, não a militância, o perfil da cidadania organizada brasileira mostra traços apenas residuais. Nas Regiões Metropolitanas, o associativismo organizado atingiria por volta de 10% da população acima de 18 anos, na média. Se descontarmos pelo menos metade de associados apenas nominais – não participantes ativos – tais dados desceriam para menos de 5%.

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  • Cultura de Massas no Século XX – O Espírito do Tempo – Neurose E Necrose (2018)

    R$85,00 R$72,99

    Cultura de Massas no Século XX – O Espírito do Tempo, de Edgar Morin, divide-se em duas partes, reunidas em um único volume nesta 11ª edição.
    A primeira, reformulada pelo autor e chamada Neurose, abrange os anos 1960-65 e analisa as consequências sociais, psicológicas e espirituais do impacto da Tierce Culture ou da mass culture nos aglomerados sociais, focalizando os mitos que, produzidos industrialmente, condicionam os valores existenciais do público consumidor: os prazeres, a felicidade e o amor, entre outros. O termo neurose é aqui empregado não somente no sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, compromisso firmado e pago por meio de fantasias, mitos, ritos, sem que seja suprimida a origem do mal.
    No entanto, a crescente influência da cultura de massas na vida cotidiana, nos lares, na vida conjugal, na família, deu origem à transformação da mitologia da felicidade numa problemática da felicidade. Sedes de movimentos de underground, de “contracultura”, ou mesmo de “revolução cultural”, começam a surgir, à margem da cultura de consumo, penetrando-a, irrigando-a, modificando-a.
    Emergindo inicialmente na forma de pequenas perturbações e dificuldades, uma verdadeira crise cultural eclode nos anos 1965-75, provocando, por sua vez, profunda crise social. É desse período que trata a segunda parte, Necrose.
    A própria noção de cultura de massas torna-se problemática, passando a exigir não só uma ampliação de sua primeira definição, como também novas bases metodológicas e epistemológicas para seu estudo, visto que uma verdadeira necrose operou-se no organismo cultural de nossa sociedade ocidental. Necrose no sentido de decomposição de um órgão que pertence a um organismo ainda vivo.
    Segundo o autor, se a neurose propõe um passeio pelas avenidas da cultura de massas, a necrose convida aos preparativos de uma longa viagem de destino ainda ignorado, que constitui um delirante desafio às disposições epistemológicas do leitor.

    NEUROSE
    A cultura de massas, durante os anos 1960-65, estendendo seus poderes sobre o mundo ocidental, produz industrialmente os mitos condicionadores da integração do público consumidor à realidade social. Neurose tem aqui não somente o sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, por meio de fantasias, de mitos e de ritos.

    NECROSE:

    Desenvolvimento dos temas apresentados na primeira parte do livro (Neurose), por meio do exame das perturbações e crises que estouraram nos anos 1965-75. A problematização da cultura de massas conduz à problemática da revolução cultural; a crise da cultura conduz à crise da sociedade. NEcrose ou decomposição de um órgão num organismo ainda vivo. EIs o que provocou a crise da cultura durante os anos 1965-75 na sociedade ocidental.

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  • O Capital (2018)

    R$89,00 R$70,90

    A clássica edição do livro O Capital, de Karl Marx, organizada por Julian Borchardt, é o melhor resumo para um dos livros mais influentes e complexos do pensamento humano moderno. Chega agora às livrarias a nova edição comemorativa pelos 200 anos de Karl Marx.
    O principal mérito de Borchardt é selecionar e reordenar passagens dos três volumes de O Capital que tratam dos principais conceitos de Karl Marx, evitando qualquer interferência e inserindo apenas notas para esclarecer os conteúdos mais complexos e obscuros do texto original. Deste modo, as teorias marxistas sobre trabalho, lucro, juros, capital, preço, mercadoria, acumulação, valor e mais-valia tornam-se acessíveis a todos que estudam a história do pensamento econômico e filosófico e se interessam pela história política dos últimos dois séculos, incluindo questões sobre capitalismo, neoliberalismo, socialismo e comunismo. A leitura também é indicada para pessoas que querem ter um primeiro contato com o pensamento de Karl Marx.
    Não à toa, mesmo após cinquenta anos do lançamento no Brasil, O Capital, resumido por Borchardt, ainda hoje é lido por estudantes de graduaçãoem Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Ciência Política, História, Comunicação Social e Filosofia, além de adotado por professores dessas áreas.

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  • Sociologia Juridica (2018)

    R$79,00 R$62,99

    Este livro foi escrito pensando naqueles que vão aventurar-se nas posições jurídicas próprias da ciência da sociedade: a Sociologia. Por isso, seu objetivo é contribuir para os cursos de Sociologia Jurídica sem se afastar do pensamento sociológico clássico e moderno. Como introdução, os pensadores e os temas escolhidos pelo autor são um recorte bem-intencionado da ampla produção científica existente em Sociologia. O objetivo aqui não é explorar detalhadamente toda a produção sociológica desde os séculos passados, nem debater todos os temas possíveis da vida social, mas sim discutir os autores e os temas que encaminham o leitor, principalmente o de primeira viagem, para o entendimento dos fundamentos da Sociologia Jurídica.

    O leitor encontrará, ao final de cada capítulo, casos para discussão com exercícios a partir da leitura efetuada com o intuito de auxiliar no estudo e aprofundamento dos conceitos e teorias, relacionando-os com a realidade. Ao final da obra é apresentado, ainda, um glossário com expressões da literatura sociológica.

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